
"Oi profeçor, tudo joia?
Esto iscreveno pra pergunta da nota na prova semana passada. foi tipo assim mei ruim né
será que num da pra repitir a prva o faz~e de novo a mesma?
é que vai sê foda no fim do ano se eu num passaá intão vai, lá - tipo assim repete a nota ou então eu vou ver como eu fasso
num si não, vosse cascou mesmo na nota do povo, mais na minha foi dimais intão eu axo qeu meresso uma revizão pelo menos
valews"
Enviei, de brincadeira, o texto acima a um amigo, professor de português. A universalidade do questionamento e o absurdo da interpelação são tão corriqueiros que o colega achou mesmo que se tratava de algum aluno dele, mesmo o envio tendo sido assinado por mim!
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