“Das lúgubres lombrigas aos lapsos pós-maçônicos, Públio Athayde empreende uma parábola de grande introjeção. Às vezes cavaqueado e carnavalizante, tudo ali transpira. Entrementes, a julgar pelos adornos tipicamente neo-kantianos, impõe-se com sua prosódia em prosopopéias de grande subjetivismo acutangular. Engajado e engajante, pinturesco, sua messe quase messalínica e telúrica atua como metaplasmas lingüísticos em sua ode à frialdade pagã.”
Públio Athayde,
Óleo sobre tela de juta colada sobre eucatex.
(OST) 90cm por 120 cm, 2006
À venda.
Aprendiz de Polyhistor
e servente de pedreiro
na beirã da albufeira da Aguieira,
em Santa Comba Dão.
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