Atenção; essa matéria não se refere à senhora Dilma Rousseff.
O vice-presidente do Paraguai, Federico Franco, pede a devolução do canhão "El Cristiano" para reparar a O Canhão foi capturado na sequência do conflito, vindo para o Rio de Janeiro como trofeu de guerra, onde está até hoje como parte de nossa lembrança da Guerra do Paraguai.
O governo Lula quer devolver a peça para fazer política de boa visinhança usando nosso patrimônio histórico, conquistado com derrame de muito sangue e trazido ao Rio de Janeiro com muito suor de nossos ancestrais. Os governos – transitórios por natureza – não podem dispor do patrimônio histórico – perene por essência – mas têm o sagrado dever de zelar por ele.
Há um site com a campanha O Canhão é Nosso onde existe um abaixo assinado angariando assinaturas nessa campanha. Adiram.
O governo Lula quer devolver a peça para fazer política de boa visinhança usando nosso patrimônio histórico, conquistado com derrame de muito sangue e trazido ao Rio de Janeiro com muito suor de nossos ancestrais. Os governos – transitórios por natureza – não podem dispor do patrimônio histórico – perene por essência – mas têm o sagrado dever de zelar por ele.
Há um site com a campanha O Canhão é Nosso onde existe um abaixo assinado angariando assinaturas nessa campanha. Adiram.
Canhão El Cristiano exposto no pátio do Museu Histórico Nacional.

O canhão NÃO deve ser devolvido, pois os políticos paraguaios que EXIGEM a devolução não tem nenhum direito de EXIGIR a devolução, primeiramente. Deveriam PEDIR. Depois trata-se tão somente de um capricho e um oportunismo de certos políticos paraguaios que querem se promover perante o povo paraguaio, fazendo essa EXIGÊNCIA. NADA de prático vai ganhar o povo paraguaio com isso. É puro UFANISMO. Querem o canhão para ser exibido como um TROFÉU, para lembrarem a vitória paraguaia na batalha de Curupaiti, na Guerra do Paraguai. O Brasil não deve se curvar a esse capricho paraguaio, a esse ufanismo paraguaio. Deve, isso sim, lembrar aos paraguaios que a guerra só deve ser lembrada nos livros de história, nos museus, como um triste episódio da história da América do Sul. Que nada relacionado a essa guerra deve ser usado para arroubos de nacionalismo, de ufanismo. Portanto, o Brasil pode destruir o canhão, se assim quiserem os paraguaios, mas, JAMAIS devolvê-lo para ser usado pelos paraguaios como troféu, como uma forma nacionalista, ufanista, de se auto engrandecerem perante os vizinhos, pois isso até é desrespeito com os vizinhos. Esse triste passado deve ser esquecido (e ficar só nos livros e museus), para o bem da união e amizade entre os povos da América do Sul.
ResponderExcluirLevaram inúmeros sinos de nossas igrejas no episódio que culminou na retirada da laguna, não temos dívida nenhuma com eles afinal eles não devolveram navios nossos aprisionados e que servem de museu no Paraguai
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