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Em Belo Horizonte todo mundo já caiu, as próximas cidades cairão como dominó: proibiram as sacolinhas de plástico. Já há estados adotando leis semelhantes.
Em Belo Horizonte todo mundo já caiu, as próximas cidades cairão como dominó: proibiram as sacolinhas de plástico. Já há estados adotando leis semelhantes.
Aproveitaram-se das modas conservacionistas para enviar mais um ônus pela goela abaixo do consumidor. Com a desculpa mal amarrada de que as tais sacolinhas vão provocar o fim do mundo, proibiram e vão continuar proibindo, que o comércio distribua as sacolinhas plásticas tradicionais, como já era de nosso hábito. Aqueles mesmas sacolinhas que usávamos para embalar outras coisas, lixo, e pelas quais já pagávamos (o preço de tudo está embutido no das mercadorias. Agora, mesmo as empresas que já, algumas há anos, usavam as sacola biodegradáveis, passaram a cobrar por elas. então ocorre o seguinte:
- Não recebendo sacolinhas no comércio, teremos que comprar sacos de lixo (que não são biodegradáveis, então fica a troca de seis por meia-dúzia para o ambiente).
- Os custos das sacolinhas, não sendo retirado mais do que você paga pela mercadoria torna-se sobrelucro para o comerciante (e despesa extra para o consumido!)
- As empresas que já utilizava sacolinhas biodegradáveis pararam de fornecer as tais, agora vende asm mesmíssimas por R$0,19... Você que pague feliz por mais essa bugigaanga, ou compre uma sacola "permanete".
- Quem vai ganhar dinheiro: os produtores de sacos de lixo, os supermecados e padarias. Quem vai perder: o consumidor. Com nossa amiga inflação batendo à porta, esperem só pra ver quanto estará, em um ano a sacolinha de R$0,19 (se é que alguém recebe o maldito R$0,01 de troco, que é só um centavinho, mas representa já 5% do preço da coisa!
- As farmácias também aderiram à moda, por lei e por comodidade. Quem ganhar os remédios gratuitos do governos vai precisar morrer em duas moedinhas, se as drogas não couberem no bolso!
- Todo mundo está feliz, a natureza, os ecobobos, os comerciantes e os próprios consumidores a quem vendem não só essa ideia disparatada quanto montes de sacolinhas. Só mesmo o brasileiro para ser engalobado assim e sair rindo!
Tem mais para ler neste blog: Memória e imagem - Muquifo - Sinônimos de senado - Investigação estética
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