9 de outubro de 2014

Pauladas pré-eleitorais

Não tenha dúvidas: tempos bicudos à frente. O governo Aécio não vai ser uma maravilha de reconstrução nacional, não teremos apenas os esforços e sacrifícios para reconstruir a ordem pública, a justiça e o caixa do erário. Não teremos apenas um inimigo externo nos opondo o peito.
Aécio vence essa, só que não vamos nos livrar do petê assim tão fácil. Arrancá-lo do governo é um passo, mas extirpar o câncer entranhado e todos os institutos do Estado e da sociedade vai ser uma luta para décadas.
Talvez o período do primeiro governo de Aécio seja o mais negro da história recente.
Eu acho que seria melhor Aécio
 vencer sem Osmarina.
Quem com porcos se mistura,
farelo come!
Vamos ter uma luta feroz - infelizmente vai correr sangue sim - para nos livrarmos da quadrilha que solapou os vastos impostos recolhidos e os depositou no exterior. Recursos que serão usados contra nós. Os incontáveis bilhões que saíram do pais voltarão em forma de armas para o MST (você achava que eles eram bonitinhos?). O dinheiro vai ser usado para suborno, para treinamento de milícias, para financiamento de greves, para sabotagens.
Em escola, o PT já fez escola. Os estabelecimentos de ensino viraram lugares de "educação política" e os "educadores" são agentes do Estado. Estamos na trilha do totalitarismo mais arguto dos últimos 200 anos. Ou estávamos, a depender do tamanho da frade que o brasileiro está disposto a engolir.
Osmarina agora oferece apoio a Aécio em troca disso e daquilo. E se ele não aceita? O que a esquelética vai fazer? Mudar de ideia, de novo, e ir oferecer seus cadáveres a dona Dilma? Nem ela aceitaria...
E dona Osmarina, com seu infindável patrimônio de defuntos, ficaria órfã de dois presidenciáveis... podendo fazer com os votinhos que teve o que melhor aprouvesse; talvez se eleger vereadora na sua terra. Amém.

Autoajude-se: não vote em candidata que te prometa ajuda!

O estado de direito virou uma meleca desde que o petê entendeu que tem direito ao Estado.
O que voga são equívocos conceituais e extemporâneos, conceitos que não têm mais a mínima serventia analítica: esquerda/direita, conservador/progressista, socialismo/liberalismo.
E as pessoas estão abandonando conceitos completa e eternamente pertinentes para formar juízos: honesto/desonesto, competente/incompetente, probidade/improbidade.
As opiniões no Brasil são separadas por copos de cerveja e baseadas em conhecimentos destilados com garapa fermentada.
Enquanto isso tudo, as pessoas mais jovens acham que os regimes autoritários, torturas e outras barbaridades são coisas dos livros de história. Pois tratem de começar cortar as asas do petê AGORA, se não desejam testemunhar esse tipo de fato novamente.

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