6 de março de 2016

Lula lá em Curitiba - a hora e a vez de termos um ex-presidente na cadeia vai chegar

Quando o Lula foi conduzindo coercitivamente a depor, sendo depois liberado, tive uma pequena impressão de que ele teria marcado alguns pontos depois, chamando a si a militância, fazendo-se de vítima. Depois, fui chamado à razão: aquele evento não fez ninguém mudar de opinião. Os prós continuaram pró, os contras continuaram conta. Mas as posições se acirraram. Estamos mais perto do conflito deflagrado, das vias de fatos - pois não há argumento que demova mais ninguém, tampouco há possibilidade de convivência.
A estrela do petê está destruída, sem remédio!
O petê já é uma página virada na história,
só falta arrancá-la e jogar no lixo.
Eu não engulo, não ouço e não argumento com a canalha do petê, com asseclas, com eleitores, com torcedores, com militantes virtuais. Adotei ruptura radical. Não argumento com criminosos.
Sei de outras pessoas no mesmo pé. Mas não é pé de guerra!: a guerra é uma expressão sonante da política! É hora de irmos à caça, pois essa é a expressão adequada à perseguição e ao extermínio de seres abjetos e inumanos. Guerra é conflito em campo de honra - e não há honra contrária a ser combatida nessa jornada. Temos que dar caça sem dó à corja que se nos opõe - os que estão contra a gente de bem que, felizmente, ainda grassa por todo o Brasil. Sim, certamente, vamos caçar e cassar - um pelo outro e os dois simultaneamente!
O que eu sinto que as pessoas ainda não perceberam - ou perceberam mas não querem admitir que vai acontecer - é que estamos interrompendo um projeto revolucionário de poder do petê e que este partido clepto-sindical não vai largar fácil a presa que já teve tão bem segura...Vamos ter sangue... Quanto mais cedo agirmos, menos vítimas haverá. 

Todavia, não vejo escapatória:

  • Haverá sangue derramado em nossas ruas, nossas praças. Estamos à beira de uma convulsão sem precedentes.

A parcela que votou nessa gente nas eleições anteriores, e nas anteriores, e nas anteriores, sabia perfeitamente em que tipos estavam votando, e não se incomodavam em eleger bandidos - vão continuar torcendo por eles e muitos os vão defender com unhas e dentes. Não há racionalidade no processo. É adesismo gratuito. É como torcida: não têm nenhuma perspectiva de benefício pessoal, mas o time é sagrado! Vão lutar pela bandeira vermelha, tolamente, e o solo também ficará vermelho do sangue derramado!
Não há filosofia, doutrina nem perspectiva concreta de benefício direto. Mas a população (em todas as camadas!) age de acordo do o comando do capitão do time! Noção parva de fidelidade... em que muito o futebol serviu a construir! Agora, é o que temos! Uma gente comezinha que não está disposta a parar e começar a pensar. Uma gente que cresceu sem princípios éticos válidos, no vigor da lei de Gerson - e que não tem outro parâmetro! E essa gente é maioria! E vivemos em uma democracia, onde a maioria elege e os eleitos governam! Estamos lascados!
Não reinstauraremos os princípios do bom, do justo e do certo sem que haja mortes dos dois lados (que nem estão bem definidos! - não há Norte e Sul).
Ah, mais um comentário a que sabem o endereço: presunção de inocência não passa de ficção legal, assim como a impossibilidade de alegar desconhecimento da lei. Quando os crimes são notórios, a autoria inquestionável e a fuga iminente, diante do clamor público e da necessidade de manutenção da ordem e da segurança, cabe prisão!

Sem concluir nada:

  • Não sei de onde as pessoas retiram tanta fé nas instituições do Estado. Eu vejo tudo opaco, esmaecido, pútrido, embolorado.
  • Senhoras e senhores, estão entendendo que o Planalto está bem articulando um golpe de Estado? Sem chance de vingar, mas tentarão!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Diga o que disser, eu publico se me aprouver.