26 de agosto de 2009

Taxonomia do Senado Federal



Taxonomia é a ciência que lida com a descrição, identificação e classificação dos organismos, individualmente ou em grupo, quer englobando todos os grupos. A taxonomia política é a arte de comparar os políticos a animais, de acordo com seus comportamentos.
O Senado Federal é facilmente reconhecível pela essência das atitudes e comportamentos de seus componentes. São todos répteis: grande classe de animais vertebrados, originada durante o Carbonífero (sistema do erátema Paleozóico Superior).
Senado, na origem, era a assembléia dos patrícios que constituía o Conselho Supremo de governo na antiga Roma. Um colegiado de um segmento privilegiado da população que detinha a mais alta direção daquela república. Hoje o senado justifica debilmente sua existência como casa revisora, destinada a passar o processo legislativo pelo crivo da federação – algo que não existe na prática.
Os senhores (e senhoras) senadores, sob a ótica da taxonomia, agrupam-se na classe dos répteis, como qualquer um que deitar olhos sobre a questão há de convir. As classificações mais modernas tendem a não tratar mais os répteis como um grupo natural, pois nada há de menos natural que aquele coletivo de 81 do senatório – podendo mesmo a maior parte ir dalí ao sanatório sem muito esforço.
Dos répteis sabe-se que variam em formas bastante distintas como tartarugas, serpentes, lagartos e crocodilianos; seu corpo é coberto por pele seca e cornificada, dotada de escamas ou placas, coração com três câmaras e respiração pulmonar. Dado o grande leque de adaptações sofridas pela classe, e às contínuas mutações que sofrem, são encontrados répteis nos mais diversos hábitats: uns vêm dos pampas, outros da caatinga; há os da tundra e os litorâneos – não havendo região do país que de que eles não advenham ou unidade da federação não nos forneça pelo menos três deles.
Voltando à taxonomia, os répteis do Senado se dividem em três subordens: sáurios, qulônios e ofídicos com alguns hibridismos e quimeras momentâneas. Vamos a eles.

  • Répteis sáurios são escamados, compreende os lagartos, com cerca de 3.700 subespécies, encontradas em todo o mundo, em regiões tropicais e temperadas. São os predadores, aqueles senadores que vivem à espreita de uma presa, podendo ser uma benesse ou vantagem política, sem descartar eventual numerário abrigável nas ilhas Caimãs. Os representantes da subordem dos sáurios no senado são dominantes em relação aos demais. Exemplos destes: Sarney, Calheiros, Mercadante, Virgílio, Collor.
  • Répteis quelônios são ordem de répteis anapsidas, conhecidos como tartarugas, cágados ou jabutis, com cerca de 250 subespécies, aquáticas ou terrestres, encontradas em quase todo o mundo. São lentos, longevos, se protegem com carapaças e carapuças, fingindo que a tempestade não os alcança. São senadores que se omitem, que se eclipsam e que dão todos os bois para não entrar em briga nenhuma: a sobrevivência política é prioridade. Exemplos podem ser apontados: Suplicy, Mão Santa, Tuma, Maciel, Eliseu, Cristovam, Jarbas.
  • Répteis ofídios são subordem de répteis escamados, também chamados de ofídicos, que inclui cerca de 2.300subespécies, conhecidas vulgarmente como cobras. São senadores que habitam o seio da terra, considerados entre certos povos, sobretudo em sociedades matriarcais, como vitais e benéficos. Designam as cobras, venenosas ou de aspecto ameaçador ou gigantesco e pessoa má, pérfida, traiçoeira; víbora. Possuem veneno próprio ou mandam destilar em bodegas bolivarianas. São senadores que emprestam sua retórica (quando têm) sua verborragia ou seus estertores à causa do momento ou eternamente à mesma, com reconhecível virulência, mas não tem mais que isso a oferecer. Exemplos: Ideli, Wellington Salgado, Paim, Duque.
Voltarei à questão oportunamente.

Leia mais neste blog: Produção de ovos de páscoa - O banquete de dona Onça - Azellite, a pop estar
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Articulando
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18 de agosto de 2009

Sinônimos de Senado


Aguaçal, alagadeiro, alagadiço, alagado, alberca, almargeal, alverca, anoque, apicu, apicum, atascadeiro, atascal, atasqueiro, atolador, atoladouro, atoledo, atoleiro, bamburral, banhadal, banhado, bexiga, borraçal, brejal, brejão, brejeiro, brejo, burara, cafofo, ceno, cenosidade, charco, charneca, chepe-chepe, choqueiro, enxurdeiro, enxurreira, enxurreiro, ipueira, lamaçal, lamaceira, lamaceiro, lamarão, lamedo, lameira, lameirão, lameiro, lenteiro, lodeira, lodeiro, ludreiro, mangal, mangrove, mangue, manguezal, marnel, mondongo, mundongo, palude, pantanal, pântano, patameiro, paul, peri, picum, sapa, sapal, tremedal, varga, volutabro.

2 de agosto de 2009

A queda do Bigodão


No Senado do Planalto Central, os minutos finais estão contados. Mamatas vão surgindo, atos secretos são descobertos, parentes são listados em folha de pagamento, a imprensa está chegando perto. Ao Senador, só há uma saída: cianureto + pistola ... ou voltar pro Maranhão, é a mesma coisa....




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