25 de outubro de 2013

O princípio do fim da liberdade

O princípio do fim da liberdade já exige alarme total.
"Liberdade não é meramente tirar as correntes de alguém, mas viver de uma forma que respeita e aumenta a liberdade dos outros."
[ Nelson Mandela ]
Já não existe liberdade no Brasil, não por termos correntes nos atando, mas por elas estarem sendo forjadas elo por elo, pelo cerceamento dos direitos estar sendo paulatina e seguramente imposto. Se a liberdade está diminuindo, ela já não existe - é o raciocínio de Mandela no sentido inverso. Estamos perdendo o direito de expressão (vide biografias e censura judicial a jornais e sites), estamos perdendo o direito à propriedade (vide invasões de terras, imóveis e centros de pesquisa), estamos perdendo a segurança jurídica, estamos perdendo a cidadania. Estamos perdendo a possibilidade de que haja alternância no poder! Isso é gravíssimo. Mais de um ano antes das próximas eleições o governo já tem a vitória praticamente garantida! Isso não só configura a exclusão da oposição, mas a impossibilidade e inviabilidade de que os atos do governo atual venham a ser auditados por outro grupo. O governo atual fará tudo - absolutamente tudo - para não deixar o poder. Fará tudo simplesmente porque eles não apodem deixar o controle do caixa. Eles não podem ter suas contas auditadas, não podem perder os mecanismos de gestão de que tomaram posse. O grupo que controla o país já não é um partido no governo, é um estamento no controle do Estado, eles se apossaram de todos os segmentos de expressão e controle social, da mídia e dos três podres poderes da república. Das agências e das autarquias. Das empresas públicas e das de economia mista. Tenho dito e não quero dizer amém.

15 de outubro de 2013

À beira das trevas: 50 anos em 5

Soube de fonte segura que a meta dos petralhas agora é a de fazer 50 anos em 5... Não, não é à JK (aquele burguês incompetente!). A ideia é levar o Brasil à completa miséria, tal como está Cuba. Mas querem fazer aqui em 5 anos o estrago dos 50 anos da ditadura dos Castros lá.
Isso aqui vai virar um Cubão... Com 40 anos de atraso, segundo os projetos juvenis de dona Dilma, mas antes tarde que nunca!
Estamos à beira das trevas.
Socorro!
A infraestrutura está prestes a ruir, a economia do Estado em vias falimentares, a extorsão tributária da classe média vai aos pícaros da glória, a leniência com os mega fraudadores e corruptores ativos e passivos é publicíssima e notória.
Os magistrados são (quase) todos vendidos - até no mais excelso pretório - onde isso pode ser visto ao vivo e em rede nacional! Os parlamentares recebem de um tudo, dinheiros com os mais diversos nomes: subsídio, verba compensatória, prebendas, côngruas, laudêmio, enfiteuse, mesadonas! Sempre em troca de votos subservientes que agora, extinto o voto parlamentar secreto, poderão ser ainda mais bem aferidos.
A data para o estouro da maior bolha, segundo as bolas de cristal mais bem polidas, gira em torno de abril de 2015. Até lá, o balão dos déficits vai inflando com as copas e as eleições, a demagogia eleitoreira solapando o Erário em seus estertores falenciais, com esporádicas injeções de recursos vindos de artimanhas tão prosaicas (e coerentes) quanto a "exportação" das plataformas petrolíferas para, em seguida, alugá-las ao comprador!
Depois de abril de 2015, meus amigos, reeleitíssima dona Dilma, com o judiciário e os parlamentos no bolso, restará a noite dos cristais quando a situação ficar intangível pela vereda em que segue.
Quem gritar vai para o xilindró. Todos conhecem o cardápio dos regimes duros. E se já está duro aguentar a corja petralha no momento atual, aguardem para ver a cor da fumaça depois que a gritaria começar! Eles vão puxar a corda, vão cerrar o laço que já têm no pescoço dos cidadãos de bem que não se calam diante da incúria presente ou da vilania que desponta no horizonte de trevas.
Imprensa? Não existe: todos os jornais do país são diários oficiais do Estado. Não precisaram mais nada que comprar, com as verbas públicas, todos os espaços publicitários na mídia. Está calada a voz de qualquer jornalista sério; de quase todos.
A academia? Todinha aliciada. ALICIADA! Insuflaram pó de dinheiro nos olhos da universidade; hoje, cada IES é uma agência petralha, em desserviço do contribuinte que sustenta a esbórnia. Sindicatos, bem, nunca houve isso por aqui; sabe quem já passou perto de um que aquilo é uma mina de ouro para os seus dirigentes, cujo expoente máximo, comprovação da tese, é o enedáctilo.
Socorro! Eu quero me arribar!